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A Luta Contra a Burocracia e a Esquerda: A Realidade de Joinville

Em 16 de janeiro deste ano, protocolei o Projeto de Lei Ordinária No 1 de 2024, voltado à internação compulsória de usuários de drogas em situação de rua, algo que se tornou uma demanda urgente da população de Joinville. A situação é clara: nossas ruas estão cada vez mais inseguras, com um aumento significativo de moradores de rua que, além de se envolverem no uso de drogas, acabam por serem agressivos e perigosos em muitos casos. Precisamos de uma cidade mais segura e, para isso, é necessário um projeto de lei que atenda aos anseios do joinvilense de bem.

Porém, caro leitor, ao contrário do que seria esperado em uma cidade conservadora e de direita como Joinville, o projeto encontra obstáculos que parecem ter raízes políticas. Apesar de ser inspirado em leis já aprovadas e implementadas com sucesso em cidades como Florianópolis, Criciúma e Chapecó, aqui em Joinville o projeto não avança. O relator do projeto pediu um parecer técnico e, surpreendentemente, o resultado foi alegação de inconstitucionalidade. Um argumento que beira o absurdo.

Obstáculos Políticos Disfarçados de Burocracia

Mas por que em Joinville, um projeto que claramente reflete a vontade popular, enfrenta resistência sob o pretexto de inconstitucionalidade? A resposta verdadeira, embora não oficialmente declarada, é que alguns setores da política consideram o projeto “elitista” e “higienista”. Em vez de priorizarem a segurança e o bem-estar da população, preferem a ideia de um tratamento “caridoso e empático” para pessoas em situação de rua que frequentemente cometem crimes e causam insegurança nas ruas.

Curiosamente, a esquerda e o Partido dos Trabalhadores (PT) apoiam fortemente essa enrolação, satisfeitos em ver que pautas conservadoras, alinhadas com os interesses do povo de Joinville, são sistematicamente atrasadas. Esse campo das ideias acaba sendo dominado por uma visão que busca manter a cidade estagnada.

Projetos Conservadores Parados: Quem Perde é o Povo

E este não é o único exemplo. Outra pauta de extrema importância é o projeto para evitar a sexualização precoce nas escolas. Como todos sabemos, a esquerda trabalha para doutrinar as crianças desde cedo, utilizando materiais e conteúdos completamente inapropriados e ideologizados. Em 2021, protocolei um projeto de lei que busca proteger nossas crianças dessa doutrinação prejudicial e perigosa. Contudo, pasme, o projeto ficou parado por quase três anos, e só agora, depois de muita insistência, está avançando para votação.

A questão é: por que essa demora? Por que tanto embaraço quando se trata de projetos que visam proteger a moral e a segurança de Joinville? A resposta está na administração local, que se mostra muito mais alinhada com os valores da esquerda do que com a direita conservadora que Joinville representa.

Uma Joinville Forte, Segura e Livre

Joinville merece ser representada por uma administração que atenda aos interesses da maioria de sua população e que responda prontamente às necessidades da cidade.

Projetos que busquem segurança pública, moralidade e proteção à família precisam ser prioridade, e não sofrer com adiamentos que só servem aos interesses daqueles que querem ver nossa cidade fragilizada.

Para nós, que estamos comprometidos em representar e defender os valores joinvilenses, a luta continua. Seguiremos cobrando, propondo e insistindo para que Joinville seja governada em conformidade com o que o seu povo realmente quer: uma cidade segura, justa e moralmente íntegra.

Sobre o Wilian

Wilian Tonezi, nascido em Apucarana, Paraná, é um nome de destaque na política de Joinville e, em 2024, foi reeleito como o vereador mais votado da cidade e do estado de Santa Catarina, com 9.323 votos. Filho de migrantes com raízes italianas, espanholas e paulistas, Wilian cresceu em uma família que enfrentou desafios com determinação e uma forte ética de trabalho, valores que hoje refletem sua atuação política.