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A Verdade sobre a Segurança nas Escolas: Proteção ou Controle?

Há pouco mais de um ano, a cidade de Blumenau foi abalada por uma tragédia inimaginável: um criminoso atacou uma creche, tirando a vida de quatro crianças e deixando muitas outras feridas, física e emocionalmente. Esse ataque não apenas trouxe luto, mas também abriu feridas profundas, visíveis e invisíveis, nas crianças, nos pais e em todos os que compartilham o desejo de um mundo seguro para os pequenos.

Diante de uma situação tão devastadora, a pergunta que fica é: o que estamos fazendo para proteger nossas crianças de verdade? Por isso, me dediquei ao maior estudo sobre segurança escolar realizado no Brasil, levando em consideração diversos aspectos, como a diferença entre segurança real e segurança percebida.

A Conclusão do Estudo: Segurança Armada Faz a Diferença

Os resultados do estudo são claros e irrefutáveis: a presença de segurança armada nas escolas traz dois benefícios importantes:

  1. Afasta possíveis criminosos – A simples presença de vigilância armada reduz o interesse de agressores em atacar, pois sabem que correm um risco real.
  2. Aumenta a sensação de segurança entre as crianças – Isso não é algo secundário; as crianças, ao se sentirem protegidas, ficam mais felizes e tranquilas para brincar e aprender, longe do medo.

As crianças, de fato, gostam de ver policiais ou seguranças nas escolas. Para elas, a presença de alguém armado para protegê-las traz a paz necessária para que possam se concentrar em ser o que realmente são: crianças.

Então, surge a questão: por que essa proteção ainda não está em todas as escolas? Por que há tanta resistência contra políticas de segurança armada?

A Ideologia Acima da Segurança das Crianças

Os que se opõem à segurança armada nas escolas, em sua maioria, pertencem àqueles que defendem pautas progressistas e a Agenda 2030 da ONU. Por que esses grupos evitam proteger nossas crianças de forma real e concreta?

A resposta, infelizmente, é sombria: eles sabem que uma sociedade mergulhada no caos e na insegurança é mais fácil de controlar. Historicamente, a esquerda tem usado esse mesmo princípio: dividir para conquistar.

Essa lógica de poder sempre esteve presente nas ideologias que hoje tentam prevalecer. Lenin, Stalin e Trotsky, por exemplo, cometeram crimes em nome da revolução comunista. Qualquer distúrbio, qualquer crime que crie instabilidade e insegurança, só aumenta a sensação de dependência que o cidadão comum sente em relação ao Estado.

E quem comanda o Estado, nessas circunstâncias? Aqueles que prometem resolver o caos que eles mesmos incentivam.

As Nossas Crianças em Risco: O Verdadeiro Alvo

Nossos filhos são o nosso bem mais precioso, e é neles que a sociedade deve investir e proteger. Mas, se nossas crianças não estão seguras, como podemos estar?

Esse é o incômodo que muitos sentem ao perceber que a proteção das escolas poderia ser mais eficaz, mas está sendo negligenciada.

Aqueles que promovem a Agenda 2030 da ONU também defendem, no fundo, o desarmamento da sociedade e a restrição de liberdades em nome de uma “paz” que, na prática, se traduz em controle absoluto. É por isso que tantas vezes ouvimos mais empatia pelas dificuldades dos criminosos do que pela proteção das vítimas. É um jogo de poder.

O Perigo de Deixar a Segurança nas Mãos de Quem Não se Importa

Em última análise, a segurança armada nas escolas é uma necessidade, uma resposta real para um problema real. Proteger nossos filhos é um dever inegociável.

Se a esquerda insiste em impedir essa proteção, cabe a nós questionar suas intenções e estar prontos para defender, sempre, o bem-estar de nossas crianças. Afinal, a segurança delas deve vir antes de qualquer ideologia.

Sobre o Wilian

Wilian Tonezi, nascido em Apucarana, Paraná, é um nome de destaque na política de Joinville e, em 2024, foi reeleito como o vereador mais votado da cidade e do estado de Santa Catarina, com 9.323 votos. Filho de migrantes com raízes italianas, espanholas e paulistas, Wilian cresceu em uma família que enfrentou desafios com determinação e uma forte ética de trabalho, valores que hoje refletem sua atuação política.