“Erradicar a pobreza. Acabar com a desigualdade. Salvar o planeta.”
São intenções poderosas, propagadas pela ONU em sua Agenda 2030. Para muitos, essas metas soam como uma promessa de um futuro melhor. Mas, como diria minha avó, de boas intenções o inferno está cheio. E, ao examinar o conteúdo real dessa agenda, vemos que as intenções da ONU talvez não sejam tão altruístas quanto parecem.
Poucos se deram ao trabalho de ler a Agenda 2030 na íntegra. Como alguém que já fez isso, posso garantir: o que está proposto nela não se traduz apenas em esperança para o futuro, mas traz também riscos significativos.
O que realmente está por trás da Agenda 2030? Três coisas são claras:
- Mais impostos para financiar essas metas “globais”;
- Mais poder nas mãos de burocratas da ONU, que não foram eleitos;
- Destruição dos valores que sustentam nossa sociedade – o caminho perfeito para alcançar os objetivos anteriores.
“Mas como isso é feito?” você se pergunta. Os verdadeiros objetivos são habilmente disfarçados por palavras que soam bem aos ouvidos e parecem oferecer um futuro utópico.
Vamos a um exemplo concreto:
ODS 3: “Assegurar uma Vida Saudável e Promover o Bem-estar para Todos, em Todas as Idades.”
Esse objetivo parece positivo, certo? Mas, ao olhar o item 3.7, lemos:
“Até 2030, assegurar o acesso universal aos serviços de saúde sexual e reprodutiva, incluindo o planejamento familiar, informação e educação, bem como a integração da saúde reprodutiva em estratégias e programas nacionais.”
Palavras como “assegurar”, “promover” e “acesso universal” aparecem frequentemente, como se a ONU realmente se importasse com o bem-estar de todos. Mas quem paga essa conta? A resposta é simples: os cidadãos, por meio de uma taxação cada vez maior e com o aumento do poder do Estado sobre nossas vidas.
A Retórica da Saúde Reprodutiva e o Planejamento Familiar
Aqui está o verdadeiro “pulo do gato”. Quando a ONU menciona “assegurar o acesso universal aos serviços de saúde sexual e reprodutiva, incluindo o planejamento familiar”, o que realmente está sendo promovido? Na prática, é uma tentativa de inserir o aborto como parte dos serviços de saúde sexual. O termo “planejamento familiar” é cuidadosamente escolhido para não levantar questionamentos, mas sabemos que, para a ONU, isso significa mais do que ajudar famílias a escolherem o momento certo para ter filhos. Implicitamente, o aborto é colocado como uma solução para gravidezes que “não aconteceram no momento ideal”.
Saúde Sexual: Uma Máscara para o Aborto Universal
Quando a ONU fala em “saúde sexual”, é importante entender o que realmente está em jogo. Não é a saúde sexual no sentido de ajudar pessoas com questões como frigidez ou impotência. Trata-se, sim, de promover o aborto em uma escala universal, ocultando esse objetivo com uma linguagem que apela à maioria.
A Revolução Silenciosa: A Utopia dos Burocratas Não-Eleitos
No fundo, a Agenda 2030 promove uma revolução silenciosa, com uma utopia decidida por burocratas de valores discutíveis e que não respondem a nenhum eleitor. Usam conceitos nobres para ganhar a simpatia da sociedade, mas o objetivo final é um controle absoluto. Como cordeirinhos que pastam em uma campina verdejante, esses conceitos parecem inofensivos. Mas não se engane: esses “cordeiros” têm dentes muito afiados.
A Agenda 2030 da ONU não é o que parece. Por trás de suas belas palavras, esconde-se uma tentativa de ampliar o controle e implementar um conjunto de valores que não refletem os princípios da sociedade.
É um alerta para os que estão atentos: devemos questionar, investigar e, principalmente, estar vigilantes quanto às verdadeiras intenções daqueles que pregam uma utopia que talvez nunca desejemos viver.




