Depois de iniciar lives de Quaresma com a reza do Rosário no Instagram, o frei Gilson passou a receber ataques da esquerda na internet. Militantes “descobriram” o frei popular na rede social e criticaram outros posicionamentos do religioso. O ataque de caráter anticristão acabou levando a diversos posicionamentos de defesa do frei que vem se tornando cada vez mais popular. Um dos resultados dos ataques sofridos pelo sacerdote foi uma campanha pelo aumento das lives e a consequente explosão de fieis a participarem do Rosário, batendo o impressionante recorde de 3.1 milhão de usuários.
Há algumas semanas, a página do frei Gilson no Instagram sofreu instabilidade e foi derrubada pela plataforma, mas depois restabelecida após campanha de seguidores.
Entre os ataques covardes contra Frei Gilson, um dos mais absurdos foi a tentativa de associá-lo à produtora Brasil Paralelo, que recentemente lançou o filme católico Oficina do Diabo. O longa aborda os métodos de tentação do inimigo, utilizando uma abordagem inovadora e pedagógica, comparando essas estratégias a um coaching ou workshop psicológico.
Além disso, militantes da esquerda também atacaram a amizade entre Frei Gilson e o Padre José Eduardo, que chegou a ser indiciado pela Polícia Federal sob a acusação de envolvimento no “golpe de 8 de janeiro”. No entanto, o padre foi completamente inocentado e o indiciamento arquivado.
Mas, como já era de se esperar, a esquerda não aceita a verdade e segue sua perseguição religiosa, tentando desmoralizar e silenciar padres e religiosos que não se curvam à sua agenda ideológica.
Diante do ataque ao frei, políticos e celebridades do meio conservador, entre católicos e evangélicos, saíram em defesa do religioso e de seu apostolado on-line. Até mesmo setores esquerdistas alertaram para um possível “prejuízo eleitoral” dos ataques, o que provavelmente já é irreversível por desnudar o caráter anticristão da esquerda.
O ódio da esquerda a tudo o que representa a Igreja Católica já vem de longa data, razão pela qual, associada às vertentes progressistas do clero, tem procurado perseguir e estigmatizar religiosos e sacerdotes que insistam em práticas de piedade autêntica como orações do Rosário. Há que se perguntar: por que a reza do Rosário ofende tanto a esquerda?
O frei Gilson vem se tornando também uma voz forte de apostolado diante de celebridades e nos meios de comunicação, estabelecendo um verdadeiro diálogo corajoso com a sociedade em defesa de valores como a família, vida e a liberdade.
Perseguição Global ao Cristianismo: A Realidade que a Mídia Ignora
Os recentes ataques sofridos pelo frei Gilson por parte de militantes da esquerda, no Brasil, expõe uma realidade muitas vezes ignorada ou tratada como meros fenômenos isolados pela grande mídia. Longe disso, porém, trata-se de uma tendência que cresce a cada ano, estabelecendo uma verdadeira bola de neve de ódios e ressentimentos contra as tradições do passado tanto na Europa quanto nas Américas. O ódio aos cristãos não é exclusividade dos movimentos ligados ao atual governo do Brasil. Países como a Nicarágua perseguem e expulsam ordens religiosas católicas, assim como vem ocorrendo na ditadura da Venezuela.
Uma realidade pouco tratada pela grande mídia é que a perseguição aos cristãos tem se intensificado globalmente, manifestando-se de diversas formas, desde políticas de estigmatização até violência física extrema. Atualmente, são mais de 350 milhões de cristãos perseguidos em todo o mundo.
Essa realidade é particularmente evidente em países com regimes comunistas e islâmicos, onde a liberdade religiosa é frequentemente suprimida, mas também ocorre em países ditos democráticos ocidentais como na Europa, EUA e na América Latina. No livro Cristofobia: A perseguição aos cristãos no século XXI, o escritor e jornalista espanhol, Luis Antequera, analisa as fases dessa perseguição, destacando como ela pode evoluir de políticas de “cancelamento” e estigmatização, como no presente caso do Frei Gilson, até agressões físicas e assassinatos como os que ocorrem em países socialistas e de maioria muçulmana. Uma violência simbólica e antireligiosa, porém, tem se demonstrado cada vez mais agressiva em países ocidentais a partir da deslegitimação das vozes cristãs na sociedade.
Antequera identifica que a perseguição aos cristãos geralmente começa com a estigmatização e marginalização. Políticas de “cancelamento” buscam silenciar vozes cristãs no espaço público, rotulando-as como retrógradas ou intolerantes. Essa fase inicial cria um ambiente propício para a implementação de restrições legais e sociais, limitando a liberdade de expressão e culto, medidas extremas mas que passam a contar com o apoio popular ou a indiferença. À medida que a intolerância se intensifica, pode-se chegar à violência física, incluindo prisões arbitrárias, torturas e assassinatos.
Os católicos têm sido alvo de grande perseguição por governos de esquerda na própria América Latina, continente considerado o mais católico do mundo.
Nicarágua: O governo de Daniel Ortega tem adotado uma postura cada vez mais hostil em relação à Igreja Católica. Bispos e sacerdotes que criticam o regime enfrentam perseguições, incluindo detenções e expulsões do país. Igrejas foram invadidas e propriedades eclesiásticas confiscadas, evidenciando uma tentativa de silenciar vozes dissidentes dentro da instituição religiosa.
Venezuela: A Igreja Católica venezuelana expressou preocupação com a possibilidade de o governo de Nicolás Maduro seguir os passos da Nicarágua. Em fevereiro de 2025, os bispos venezuelanos manifestaram temores de que o chavismo pudesse implementar restrições à liberdade religiosa semelhantes às adotadas pelo regime de Ortega, afetando a prática e a expressão da fé católica no país.
Perseguição em Países Comunistas
Em nações comunistas, o ateísmo é frequentemente promovido como ideologia estatal, levando à repressão de práticas religiosas. Na Coreia do Norte, por exemplo, o regime de Kim Jong-un considera o cristianismo uma ameaça ao poder centralizado. Cristãos são rotineiramente presos, torturados e até executados por praticarem sua fé. Apenas possuir uma Bíblia pode levar a penas severas, incluindo trabalhos forçados em campos de concentração.
De maneira semelhante, a China tem intensificado o controle sobre comunidades cristãs. Embora o governo permita igrejas estatais, estas são rigorosamente monitoradas e obrigadas a aderir às diretrizes do Partido Comunista. Igrejas domésticas, que operam independentemente, enfrentam invasões, detenções e demolições de seus locais de culto. A vigilância constante e a pressão para conformidade têm levado muitos cristãos à clandestinidade.
Perseguição em Países Islâmicos
Em países de maioria muçulmana, a perseguição aos cristãos varia de discriminação social a violência letal. Na Arábia Saudita, a prática pública de qualquer religião que não seja o islamismo é proibida. Cristãos, especialmente os convertidos do islamismo, enfrentam ostracismo, perda de emprego e, em casos extremos, execução. A posse de materiais religiosos cristãos pode resultar em prisão e deportação.
No Paquistão, as leis de blasfêmia têm sido usadas para alvejar minorias cristãs. Acusações, muitas vezes infundadas, levam a prisões, violência de multidões e assassinatos extrajudiciais. O caso de Asia Bibi, uma cristã condenada à morte por blasfêmia e posteriormente absolvida após intensa pressão internacional, destaca os perigos que os cristãos enfrentam no país.
No Irã, a conversão ao cristianismo é vista como um crime contra o Estado. Convertidos enfrentam vigilância, assédio e prisão. Igrejas domésticas são frequentemente alvo de invasões, e seus líderes são detidos sob acusações de ameaçar a segurança nacional. A pressão constante força muitos cristãos a praticarem sua fé em segredo.
Perseguição por Grupos Extremistas
Além dos Estados, grupos extremistas islâmicos têm desempenhado um papel significativo na perseguição aos cristãos. Organizações como o Boko Haram na Nigéria e o Al-Shabaab na Somália têm como alvo comunidades cristãs, realizando ataques brutais que resultam em mortes, sequestros e deslocamentos em massa. Esses grupos buscam erradicar a presença cristã em regiões sob sua influência, utilizando o terror como ferramenta de coerção.
Perseguição na Índia
Embora a Índia seja uma democracia secular, os cristãos enfrentam perseguição em algumas regiões, especialmente onde há influência de grupos nacionalistas hindus. Conversões ao cristianismo são vistas com desconfiança, e há relatos de ataques a igrejas e fiéis. A pressão social e a violência esporádica criam um ambiente de insegurança para as minorias cristãs.
A perseguição aos católicos varia em intensidade e forma ao redor do mundo, mas é especialmente pronunciada em países com regimes comunistas e islâmicos, onde a liberdade dos cristãos é limitada ou inexistente. A comunidade internacional e organizações de direitos humanos parecem ignorar frequentemente os apelos de grupos como o Portas Abertas, entre outros, devido ao caráter secularista dessas organizações. Os cristãos não esperam nada diferente do mundo que perseguiu Jesus Cristo durante toda a sua vida, assim como Ele próprio avisou que seria. Mas a denúncia dessa realidade cruel deve fazer parte de toda a atividade cristã de maneira a apontar onde estão os verdadeiros inimigos da fé.
Conclusão: A Fé Cristã Sempre Resistirá
A história nos ensina que a perseguição aos cristãos nunca conseguiu destruir a fé. Ao contrário: quanto mais atacados, mais os cristãos se fortalecem.
A tentativa da esquerda de silenciar Frei Gilson falhou miseravelmente. O aumento exponencial das lives do Rosário, a mobilização de milhões de fiéis e o apoio de diversas personalidades conservadoras mostram que o povo brasileiro não tolera ataques à fé cristã.
A questão que fica é:
Por que a reza do Rosário incomoda tanto a esquerda?
A resposta é simples: porque a oração fortalece o povo, resgata valores e impede que a sociedade seja manipulada pela agenda progressista.
Frei Gilson representa a resistência cristã contra um mundo que quer apagar Deus da sociedade. E, como sempre, a verdade prevalecerá.
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