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Dever de fiscalizar não é crime: Tonezi enfrenta processo e denuncia intimidação

O que está em jogo não é apenas um processo judicial. É a tentativa de usar a Justiça para calar um vereador eleito pelo povo de Joinville no exercício de sua missão: fiscalizar, cobrar e defender a sociedade.
Nesta terça-feira (2/9), o vereador Wilian Martini Tonezi (PL) denunciou na tribuna o uso do Judiciário como arma política após a secretária municipal de Assistência Social recorrer de uma ação já arquivada em 1ª instância.

Em 1ª instância, a Justiça já reconheceu: Tonezi atuou dentro da imunidade parlamentar, criticando políticas públicas e contratos da pasta da Assistência Social. Não houve ofensa pessoal, mas sim cobrança sobre gestão de recursos públicos.
Mesmo assim, a secretária insiste em recorrer, tentando transformar fiscalização legítima em crime de opinião.

Tonezi deixou claro:

  • Imunidade parlamentar não é privilégio, é garantia constitucional.
  • Críticas institucionais não podem ser confundidas com ataques pessoais.
  • A denúncia é frágil: não individualiza condutas nem tipifica crime.
  • O recurso busca intimidar a fiscalização, criando um clima de medo para quem cumpre seu dever.

“Fiscalizar gasto público e cobrar resultados é dever constitucional do vereador e direito da sociedade. O Judiciário não pode ser usado para constranger a atividade parlamentar”, afirmou Tonezi.

No final de 2024, o vereador intensificou cobranças à Secretaria de Assistência Social diante do agravamento da situação de moradores de rua. Questionou contratos de milhões de reais com serviços de abordagem social e Restaurantes Populares.

No início de 2025, propôs a abertura de uma CPI da Assistência Social, mas conseguiu apenas três assinaturas. Em substituição, foi criada uma Comissão Especial sobre Pessoas em Situação de Rua, que para Tonezi, os resultados foram tímidos diante da gravidade do problema:
“Uma CPI teria força para investigar de verdade os contratos. A comissão acabou sendo um substituto fraco.”

Tonezi também responde a processo no Conselho de Ética, motivado por manifestações em plenário. Ele sustenta que criticou uma ideologia e não pessoas, e que é vítima de perseguição política por não se curvar ao sistema.

O caso da Assistência Social é mais uma prova de como setores da esquerda e da máquina pública tentam transformar a toga em instrumento de intimidação contra quem ousa fiscalizar.
Mas a verdade não será silenciada: a missão do vereador é fiscalizar, cobrar e defender o povo de Joinville.

Tonezi reafirma: não recuará diante de processos, intimidações ou tentativas de censura. “Minha voz é a voz da sociedade que me elegeu. E essa voz não vai ser calada.”

Sobre o Wilian

Wilian Tonezi, nascido em Apucarana, Paraná, é um nome de destaque na política de Joinville e, em 2024, foi reeleito como o vereador mais votado da cidade e do estado de Santa Catarina, com 9.323 votos. Filho de migrantes com raízes italianas, espanholas e paulistas, Wilian cresceu em uma família que enfrentou desafios com determinação e uma forte ética de trabalho, valores que hoje refletem sua atuação política.