Hoje, a perseguição política chegou oficialmente à Câmara de Vereadores de Joinville. Estamos vivendo um capítulo sombrio da política brasileira, onde o Partido dos Trabalhadores (PT) e seus aliados fazem de tudo para calar as vozes que se levantam em defesa da fé, da família e da liberdade.
Ao denunciar os perigos do movimento feminista — com base em dados, fatos históricos e valores cristãos —, fui alvo de um pedido de abertura de processo disciplinar no Conselho de Ética, aprovado com apoio de partidos alinhados à esquerda. O que está em jogo não é o decoro, mas a liberdade de expressão de um parlamentar legitimamente eleito para representar os cidadãos de Joinville.
Como bem escreveu a deputada estadual Ana Campagnolo em seu livro O Fim da Liberdade Política:
“Dizer que o feminismo solapou a democracia não é nenhum exagero. Os políticos temem se posicionar, uma ansiedade geral ronda o parlamento. Ninguém mais sabe quando será acusado do quê, e poucos têm como se defender de toda sorte de difamação promovida pelo tribunal da internet.”
O que vimos hoje foi um exemplo prático da intolerância ideológica promovida por esse movimento, que não aceita o contraditório e tenta, a qualquer custo, cancelar, punir e calar quem pensa diferente. Mas a perseguição vai além disso. O incômodo não é apenas com as minhas opiniões, mas com a minha atuação combativa e independente em defesa do povo de Joinville:
- Denunciei e propus a revogação do aumento abusivo e inconstitucional da taxa de lixo;
- Propus a internação involuntária de dependentes químicos em situação de rua, medida urgente e necessária para salvar vidas e devolver dignidade à cidade;
- Fiscalizo contratos, exponho conchavos, cobro transparência, represento o contribuinte.
É claro que tudo isso incomoda os poderosos de plantão.
Enquanto isso, os mesmos que me acusam ficam em silêncio diante das verdadeiras ameaças à democracia, como a perseguição ao ex-presidente Jair Bolsonaro, a cassação de deputados conservadores, a censura nas redes e o autoexílio de parlamentares como Eduardo Bolsonaro, que teve que deixar o país por medo de prisão arbitrária.
A direita conservadora representa o verdadeiro povo brasileiro, e especialmente a mulher brasileira — que se reconhece como mãe, trabalhadora, cristã e patriota. Basta ver o sucesso de Michelle Bolsonaro à frente do PL Mulher, o maior movimento político feminino do Brasil.
Mesmo sendo vereador municipal, sei que minha voz ecoa além de Joinville. Por isso, não me calarei. Não recuarei. Não me dobrarei diante da censura ideológica.
Seguirei firme no mandato, fazendo exatamente aquilo que prometi a cada pessoa que confiou em mim: fiscalizar, denunciar e defender os valores que sustentam o Brasil.
Wilian Tonezi
Vereador mais votado de Santa Catarina – PL Joinville




